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Projeto DIGIECO

Conheça um pouco deste grande projeto

Hoje em dia, dados os avanços tecnológicos, é fundamental que todos tenham acesso a terminais de computadores. O fácil acesso a novas tecnologias tem gerado um grande e obsoleto lixo digital. A iniciativa deste projeto nasceu no Canadá, onde os computadores recuperados foram utilizados para informatizar a rede de escolas públicas. No Brasil, o governo federal lançou dentro do Programa Brasileiro de Inclusão Digital (PBID) - 2004 o projeto dos centros de reciclagem que tem por objetivo aproveitar os cerca de 70 mil equipamentos descartados somente dos órgãos públicos em projetos sociais de inclusão digital, como escolas, bibliotecas, telecentros e centros comunitários, e também pretende absorver computadores de empresas privadas por meio de doações e parcerias que serão criadas.

O DIGIECO, programa de reciclagem digital, promove duas ações paralelas benéficas para a população, o recolhimentos de Lixo Eletrônico que poderia prejudicar sua saúde e a do meio ambiente e a distribuição de equipamentos recuperados para entidades carentes e população de baixa renda. Serão aceitos no(s) centro(s) de descarte de lixo eletrônico: computadores, impressoras e outros equipamentos de eletrônicos.

Dos equipamentos e peças que não poderão ser reutilizados será feita a separação de todos os componentes (plástico, vidro, componentes eletrônicos, televisores, celulares, impressoras, etc.) e o material será encaminhado para empresas que trabalham especificamente com cada um deles.

O projeto envolve os acadêmicos dos cursos de Marketing, Processos Gerenciais e Sistemas para Internet, promovendo interação entre cursos e a fixação da multidisciplinaridade garantindo além da ação social, a colocação dos acadêmicos em contato com o mercado, com a prática e com as responsabilidades de uma empresa.

Entenda o Contexto

Como a tecnologia avança rapidamente para a criação de novas tendências torna rapidamente obsoleta a anterior, os eletroeletrônicos principalmente são trocados dentro de intervalos cada vez menores, o que acarreta um grande número de equipamentos sem uso e descartados.

Chumbo, mercúrio e cádmio. Esses são alguns dos elementos que estão nos computadores, celulares e TVs de plasma. A contaminação por estes elementos pode se pelo contato direto, no caso de pessoas que manipulam diretamente as placas eletrônicas e outros componentes perigosos dos eletrônicos nos lixões a céu aberto. Mas também pode acontecer de forma acidental. Quando um eletrônico é jogado em lixo comum e vai para em um aterro sanitário, há grandes possibilidades de que os componentes tóxicos contaminem o solo e cheguem até os lençóis freáticos, afetando também a água, segundo um especialista. Essa água pode ser usada para irrigação, para dar de beber ao gado e dessa forma, seja pela carne ou pelos alimentos, esses elementos podem chegar até o homem.

Embora os fabricantes estejam sendo pressionados a eliminar ou pelo menos reduzir o uso destes componentes nos produtos, os equipamentos mais antigos, que estão indo parar no lixo hoje, contém muitas destas substâncias e dar um destino ecologicamente correto ao lixo eletrônico não é uma tarefa fácil. A aprovação da Lei Nacional de Resíduos Sólidos que tramita na Câmara dos Deputados a 19 (dezenove) anos seria um item fundamental para garantir a responsabilização dos fabricantes pela destinação dos resíduos eletrônicos. Redes de coleta específica para estes materiais também é necessária para evitar que eles acabem no lixo comum. Para a consultora em minimização de resíduos e educação ambiental, Patricia Blauth, a redução do lixo eletrônico tem que passar também por uma revisão no comportamento de consumo e de comprometimento com o ambiente de todos os cidadãos. Assim, mais que uma tendência de mercado, o destino dos equipamentos eletroeletrônicos e digitais de forma final e ambientalmente correta é uma responsabilidade das empresas de forma social e ambiental.

A proposta deste projeto justifica-se por seus objetivos, a serem trabalhados através de duas ações paralelas, sendo, atender a necessidade de destinação dos rejeitos tecnológicos na cidade de Umuarama, através de um movimento social num primeiro foco e na continuidade firmando parcerias com a coleta seletiva da Prefeitura, com empresas de assistências técnica de informática, escolas, faculdades, órgãos públicos, e para destinação final dos resíduos, com empresas recicladoras de plástico, metais e fundição de metais preciosos e promover a inclusão digital por meio da distribuição de computadores remontados na tentativa de melhorar a vida de cidadãos que não possuem condições de adquirir um computador.

Objetivo Geral

Coleta e reciclagem de computadores para distribuição às entidades sociais de Umuarama e região e o tratamento dos resíduos tecnológicos do descarte de computadores e seus periféricos de forma ambientalmente correta proporcionando ao acadêmico oportunidades de trabalho, de formação profissional e educacional e de socialização.

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